Quem sou

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Considero-me uma leitora assídua e uma contadora de histórias desde criança. Na infância não me bastava ler os quadrinhos, especialmente os da Turma da Mônica. Gostava de brincar com eles, copiando seus desenhos e criando as minhas próprias histórias para eles. Na adolescência ainda rabiscava alguns quadrinhos aqui e ali, mas logo passei para textos mais complexos, contos e livros curtos, que não foram publicados.

Em janeiro de 2015, após um longo período de “hibernação literária”, publiquei meu primeiro livro, A Última Chave – Realidade em um Mundo Paralelo e a esse trabalho seguiram-se vários outros livros e contos.

A verdade é que jamais consegui me separar das letras. Antes de publicar meus livros, continuei rabiscando minhas ideias nos trabalhos para a escola, faculdade e cursos que fiz e compondo redações, projetos variados, relatórios, cartas, atas de reunião e artigos para revistas corporativas internacionais em nome das empresas para as quais trabalhei como secretária executiva. Sou formada em administração de empresas e tenho um MBA em marketing.

Em 2006 tive um blog literário onde escrevia sobre livros e filmes, mas fui obrigada a abandoná-lo por falta de tempo naquela época da vida. Em 2011 criei um blog de viagens, hobby que eu adoro e onde escrevo sobre montanhismo, fotografia e viagens.

Quando, em 2013, decidi me afastar do mundo empresarial, ingressei logo em seguida na atividade de tradutora autônoma, profissão que exerço atualmente.

Na minha família a literatura tem história. Tive o privilégio de aprender desde cedo o amor pelos livros com minha mãe, para quem eles serviam de companhia constante mas, especialmente, aprendi muito com minha avó materna que, embora cega e autodidata, escreveu e autopublicou vários livros. Incapacitada de ler pela falta da visão, sobrava para as netas mais próximas entretê-la por algumas horas lendo histórias para ela. Além disso, minha guerreira tinha uma secretária que, durante uma hora por dia, ajudava-a na escrita dos livros, na leitura e na organização de sua biblioteca pessoal.

Aos 17 anos tive uma coluna jovem semanal em O Riopretano, jornal que circula até hoje na minha cidade natal.

Seja no papel ou na fotografia, não paro de contar histórias! Venha comigo!




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